quinta-feira, 27 de julho de 2023
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segunda-feira, 3 de julho de 2023
A PAZ ROMANA VERSUS A PAZ DE CRISTO
Olá, hoje encontrei um
texto que fala sobre a “PAZ ROMANA” e então me lembrei de um outro texto que li
já faz tempo.
Este outro texto falava de uma escolha que "devemos" fazer em nossas vidas: ou Cristo ou o César
(imperador de Roma). Particularmente, eu interpreto como: ou Deus ou o Diabo,
ou o Bem ou o Mal, ou a Paz Romana ou a Paz de Cristo.
No texto sobre a Paz
Romana chegamos à conclusão que a Paz Romana é uma farsa. Uma maneira cruel e
violenta de impor as nossas vontades, a nossa lei, a nossa cultura e anular, massacrar o outro,
que apesar de ser nosso semelhante é diferente da gente em tantas coisas.
Aliás existem textos
que falam exatamente isso, que a grande mensagem ou mentalidade da Paz Romana é
“quanto mais infeliz, mais sofredor, mais miserável for o meu opositor melhor
é, pois significa que mais feliz, mais alegre, mais próspero eu sou”.
Penso que é como a
gente se transformar em um monstro vampiro que se alimenta do sofrimento alheio,
ou seja um demônio.
Já a Paz de Cristo é o
oposto e diz quanto mais a gente buscar a felicidade, a alegria, a prosperidade
e a realização dos nossos semelhantes, mais felizes seremos e mais dignos de
obter a Paz de Cristo Jesus.
Refletindo sobre essas
eternas contradições da alma humana comecei a pensar no momento atual que o
nosso país e até o nosso planeta atravessam e confesso que, na minha opinião não
há coincidências, mas é tudo bem real.
O que existe sim é uma
briga entre dois tipos de pessoas, as que escolheram o César e a Paz Romana e
as que escolheram o outro lado Cristo e a Paz de Cristo.
E essa briga é
constante, pois que essas pessoas escolheram caminhos de vida totalmente
opostos e querem soluções totalmente diversas para o seu mundo.
Aqui estão os dois
textos, o primeiro sobre a Paz Romana e o segundo sobre escolher entre Cristo
ou César. O que mais achei graça (na verdade é triste) é que pessoas que dizem ser autoras ou autores do
segundo texto que foi escrito há muito tempo, hoje são a favor do extermínio de
povos que consideram inferiores.
Primeiro Texto -
"As principais preocupações na Pax Romana eram afastar a ameaça de
rebeliões provinciais e, ao mesmo tempo, manter essas regiões economicamente
produtivas. Assim, uma das ferramentas utilizadas por Roma foi promover a
aculturação desses locais, também conhecida como romanização."
Essa aculturação tinha como objetivo desenvolver os valores culturais de
Roma nas províncias mais distantes, de forma a diminuir as diferenças culturais
existentes. Para tanto, era importante, por exemplo, a transmissão do idioma
oficial (o latim) e dos valores religiosos do Império Romano. Isso era possível
pela presença das legiões romanas nas províncias.
Além da transmissão dos valores culturais romanos, era indispensável, a
partir de ações político-administrativas, garantir o desenvolvimento dos locais
conquistados. Assim, foram tomadas decisões que traziam crescimento econômico
para as províncias, o que garantia sua satisfação com a autoridade romana.
Algumas dessas medidas romanas de destaque foram a construção de estradas e
aquedutos e melhorias no plantio agrícola.
Por fim, não somente a transmissão da cultura romana e o desenvolvimento
econômico garantiam a lealdade de determinadas províncias. Em alguns casos, o
Império Romano usou da coação para manter o controle e, para isso, contou
novamente com as legiões romanas, que também cumpriam essa função de dominar
utilizando a força.
A presença das tropas romanas em províncias potencialmente rebeldes e
distantes mantinha as elites e a população locais sob controle, uma vez que o
exército romano estava presente para esmagar qualquer tentativa de rebelião que
pudesse acontecer. As legiões romanas também garantiam a essas províncias a
proteção a ataques de povos estrangeiros que pudessem tentar invadir as fronteiras
do Império Romano.
Conclusão
As estratégias de Roma possibilitaram o controle sobre suas províncias e
garantiram a integridade de todo o seu gigantesco império. A Pax Romana,
estabelecida em 27 a.C., permaneceu até o ano de 180 d.C. A morte do Imperador
Marco Aurélio é o considerado o marco do início do período de decadência do
Império Romano."
Por Daniel Neves
Graduado em História
Veja mais sobre "O que foi a Pax Romana?" em: https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/historia/o-que-foi-a-pax-romana.htm
Segundo Texto –
“O homem conturbado dos nossos dias
embora desfrute de comodidades, padece de hipertrofia dos sentimentos, sonhando
com o Cosmo e ensanguentando o solo por onde deambula. As Nações, que se fazem
solidárias umas com as outras, quando vitimadas por cataclismos sísmicos e
tragédias inesperadas, não trepidam em fomentar guerras lastimáveis de
destruição irracional, em que dizimam povos, arruínam cidades e economias,
derruindo-se também... A prepotência arma a audácia e o pavor campeia no mundo
moderno. Procurando evadir-se da triste realidade terrena, em que a civilização
malogrou, desde quando a ética moral sucumbiu, soterrada sob as próprias
ruínas, que foram produzidas pelo descalabro da cultura e a volúpia dos
prazeres dos sentidos exacerbados, a criatura tenta encontrar sinais de
destruição nos astros que se alinham, sem dar-se conta de ser ela própria a
autora das inomináveis calamidades que varrem o planeta em todas as direções.
Os gabinetes de pesquisas extraordinárias multiplicam-se e os engenhos técnicos
enxameiam nas fábricas, enquanto robôs admiravelmente equipados são colocados à
disposição das indústrias, substituindo os homens, que vagueiam nas vielas
escuras do desemprego, a um passo da rampa da alienação. A supervalorização da
inteligência tem produzido o esfriamento da solidariedade, enquanto as ruas do
mundo se abarrotam de jovens desvairados, que se reúnem em magotes, à espreita,
esfaimados de pão, de paz, de amor, prontos para a hecatombe, cujo caldo de
cultura fermenta. Dois mil anos de Cristianismo e uma tão parca messe de
luz!... Vinte séculos de sementes abençoadas e insignificante sega de
fraternidade!
Contrastando com os pântanos que a tecnologia transformou em
searas ricas e os desertos que se tornaram pomares, multiplicam-se os jardins
que se fazem áridos e os trigais que são vencidos pelo sarçal. As estradas da
esperança jazem ao abandono e as rotas da solidariedade permanecem esquecidas.
A Boa Nova de Jesus, neste momento grave, é a segura diretriz, a solução para
todos os problemas do instante que se vive. O homem sem Deus, que penetra na
fissão nuclear, faz-se deus do horror e é ameaça à vida, numa antevisão
apocalíptica de destruição sem par. Não obstante as aflições a apreensões
existentes na consciência humana quase generalizada, a mensagem do Cristo
permanece viva, e obreiros do seu Evangelho levantam-se para proclamar a ‘‘hora
chegada”, o amanhã melhor. Nem todos enxergam a beleza que já reponta na Terra
sofrida. Há flores no caminho, aguardando os homens que estejam dispostos a vencer
as distâncias emocionais e espirituais que os separam, a conquistar os espaços
morais! O convite é o mesmo que ontem Ele nos fez e agora nos chega sob óptica
nova, profunda, compatível com a época em que nos encontramos. Decisivo, é
penetrante; atual, é libertador. Não dá margem a equívocos, nem faculta
evasões. Responsabiliza e dignifica uma abrangência de amor capaz de
sensibilizar o caráter mais refratário e o sentimento mais empedernido. Hoje é
o dia e agora o momento de decidir, de optar: Cristo ou César! Comentando
acontecimentos daquele tempo em que Ele esteve na Terra, colocamos problemas da
atualidade em versão evangélica, de modo a facultar enfoques modernos próprios
para as necessidades vigentes. Não têm sabor de novidade, nem poderiam possuí-lo.
A palavra de Jesus é sempre atual com o mesmo tom de libertação, sem margem de
interpretação dúbia.
Nossa cooperação insignificante, no empreendimento da construção
do mundo novo, objetiva participar da obra, de alguma forma com as flores do
caminho por onde avançam os servidores decididos. Esperando haver feito o
melhor ao alcance — e quem faz o que pode produzir o máximo —, suplico ao
Jardineiro Infatigável que a todos nos abençoe, envolvendo-nos em paz.”
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GUERRA Guerra estúpida, sombria, fria, vazia, sem alegria. Mentes empobrecidas, emoções adoecidas, realidade...
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